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Noites Revolucion‡rias, As

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Book Noites Revolucion‡rias, As

Noites Revolucion‡rias, As

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Original name book: Noites Revolucion‡rias, As

Pages: Unknown

Language: Portuguese Brazilian

Publisher: Estação Liberdade (2015)

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Restif de La Bretonne, o espectador noturno, testemunha ocular da Revolução Francesa, faz desfilar aqui diante de nossos olhos os fatos que precederam a tomada da Bastilha até o fim da monarquia. Relatando a comoção popular, La Bretonne, ao intercalar a autobiografia à crônica revolucionária, traça um painel extremamente dinâmico dos acontecimentos que incendiaram as ruas de Paris entre 1789 e 1793. Quando não testemunhou ele próprio os episódios narrados, tratou de buscá-los em outras fontes. É nesse duplo registro, o factual e a recriação de tom romanesco, que seu talento desponta: entre anedotas e observações pessoais e ficcionais, o autor monta um panorama em que captura com realismo os anseios coletivos, as contradições e o espírito que caracterizaram um dos acontecimentos históricos que mais atordoaram o ordenamento geopolítico mundial. Se pode soar pretensiosa a premissa de compor num mesmo registro a voluptuosidade dos eventos revolucionários com pequenos dramas fictícios, são justamente estes que imprimem verossimilhança às Noites revolucionárias. Para La Bretonne, as historietas sentimentais que insere na trama histórica funcionam para "pintar os costumes de uma nação", nas palavras dele próprio. Assim, a dimensão ficcional contribui para imprimir os contornos da própria fantasia revolucionária, como observa Nicolau Sevcenko na apresentação. Concebida de forma fragmentária, a obra é uma espécie de continuação de Les nuits de Paris ou le spectateur nocturne, que o autor começara a publicar em volumes a partir de 1788. Os dois últimos, La semaine nocturne [1790] e Nuits de Paris [1794], que se debruçam especificamente sobre o processo revolucionário, formam a presente edição. Por vezes ambíguo e contraditório, Restif de La Bretonne mirou a noção de fraternidade como sua obsessão máxima. Cabotino do próprio ardor militante, ele nos redesenha o destino de uma nação, de forma ainda mais épica do que contam nossos livros de história.

Restif de La Bretonne, o espectador noturno, testemunha ocular da Revolução Francesa, faz desfilar aqui diante de nossos olhos os fatos que precederam a tomada da Bastilha até o fim da monarquia. Relatando a comoção popular, La Bretonne, ao intercalar a autobiografia à crônica revolucionária, traça um painel extremamente dinâmico dos acontecimentos que incendiaram as ruas de Paris entre 1789 e 1793. Quando não testemunhou ele próprio os episódios narrados, tratou de buscá-los em outras fontes. É nesse duplo registro, o factual e a recriação de tom romanesco, que seu talento desponta: entre anedotas e observações pessoais e ficcionais, o autor monta um panorama em que captura com realismo os anseios coletivos, as contradições e o espírito que caracterizaram um dos acontecimentos históricos que mais atordoaram o ordenamento geopolítico mundial. Se pode soar pretensiosa a premissa de compor num mesmo registro a voluptuosidade dos eventos revolucionários com pequenos dramas fictícios, são justamente estes que imprimem verossimilhança às Noites revolucionárias. Para La Bretonne, as historietas sentimentais que insere na trama histórica funcionam para “pintar os costumes de uma nação”, nas palavras dele próprio. Assim, a dimensão ficcional contribui para imprimir os contornos da própria fantasia revolucionária, como observa Nicolau Sevcenko na apresentação. Concebida de forma fragmentária, a obra é uma espécie de continuação de Les nuits de Paris ou le spectateur nocturne, que o autor começara a publicar em volumes a partir de 1788. Os dois últimos, La semaine nocturne [1790] e Nuits de Paris [1794], que se debruçam especificamente sobre o processo revolucionário, formam a presente edição. Por vezes ambíguo e contraditório, Restif de La Bretonne mirou a noção de fraternidade como sua obsessão máxima. Cabotino do próprio ardor militante, ele nos redesenha o destino de uma nação, de forma ainda mais épica do que contam nossos livros de história.

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